Classificação Omnívoros: 91
PVP: 17,80 euros
Estágio 12 meses em barricas de carvalho francês e americano.
Impressões aromáticas cítricas e baunilhadas em primeiro plano, notas de nêspera e ameixa a seguir, apetece entrar neste vinho. A frescura sentida em boca é notável, tendo conta a muito elevada temperatura na altura da vindima. Extracção bastante contida, elegância muito bonita, sugestões quase salinas no final, que é muito longo.
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Vinho: Azamor Alentejo tinto 2016 (14%) | Kilburn & Gomes
Classificação Omnívoros: 85
PVP: 9,80 euros
Ameixa madura cozida é a primeira nota aromática, surgindo depois um contínuo vagaroso de fruta fresca de arbusto. Na boca surgem notas minerais de grafite, ambiente geral fresco e persistente.
PVP: 9,80 euros
Ameixa madura cozida é a primeira nota aromática, surgindo depois um contínuo vagaroso de fruta fresca de arbusto. Na boca surgem notas minerais de grafite, ambiente geral fresco e persistente.
Vinho: Azamor Alentejo Selected White branco 2015 (13%) | Kilburn & Gomes
Classificação Omnívoros: 88
PVP: 12,90 euros
Arinto (50%) e Antão Vaz (50%). Fermentação parcial em barrica, com estágio de seis meses nas borras finas. Potência e elegância, neste lote feliz de duas grandes castas brancas nacionais. A casa tem-nos habituado a tintos de bom gabarito, face a este exemplo em branco temos de alargar o leque. Intenso e saboroso, a idade acrescentou-lhe complexidade sem ferir o carácter vibrante e fresco. Excelente para um ensopado de borrego.
PVP: 12,90 euros
Arinto (50%) e Antão Vaz (50%). Fermentação parcial em barrica, com estágio de seis meses nas borras finas. Potência e elegância, neste lote feliz de duas grandes castas brancas nacionais. A casa tem-nos habituado a tintos de bom gabarito, face a este exemplo em branco temos de alargar o leque. Intenso e saboroso, a idade acrescentou-lhe complexidade sem ferir o carácter vibrante e fresco. Excelente para um ensopado de borrego.
Vinho: Kopke Winemaker’s Collection Tinto Cão Douro rosé 2019 (13%) | Sogevinus
Classificação Omnívoros: 88
PVP: 20 euros
Há que tirar o chapéu ao que a Sogevinus está a fazer, em todas as frentes vínicas e na recapitalização das suas marcas. Mais um título distintivo da série de vinhos de assinatura do enólogo Ricardo Macedo. Estagiou na adega de S. Luiz e fixa as virtudes da casta Tinto Cão. Grupo de amargos notável, é poderoso no ataque e elegante na continuação da prova. É um rosé distintivo a todos os títulos. Prato: caril de camarão.
PVP: 20 euros
Há que tirar o chapéu ao que a Sogevinus está a fazer, em todas as frentes vínicas e na recapitalização das suas marcas. Mais um título distintivo da série de vinhos de assinatura do enólogo Ricardo Macedo. Estagiou na adega de S. Luiz e fixa as virtudes da casta Tinto Cão. Grupo de amargos notável, é poderoso no ataque e elegante na continuação da prova. É um rosé distintivo a todos os títulos. Prato: caril de camarão.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Vinho: Cuco Velho Reserva Douro tinto 2016 (13,5%) | Parras
Classificação Omnivoros: 83
PVP: 4,90 euros
Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Blend tradicional do Douro, neste vinho a fazer-lhe inteira justiça pela consensualidade. Excelente para acompanhar vitela assada no forno, e também apto à mesa petisqueira de presunto e enchidos.
PVP: 4,90 euros
Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Blend tradicional do Douro, neste vinho a fazer-lhe inteira justiça pela consensualidade. Excelente para acompanhar vitela assada no forno, e também apto à mesa petisqueira de presunto e enchidos.
Produto: Cravinho-da-Índia (Syzygium aromaticum)
Para cozer peixe gosto de fazer uma boneca com uma cebola de semente portuguesa, espeto-lhe dois dentes de cravinho e com uma faca meto-lhe uma folha de louro dentro. Chega e sobra para dois litros. Depois se tiver um talo de aipo à mão junto e está feito o meu court-bouillon para peixe. A minha experiência com cravinho é um pouco traumática, porque é uma especiaria que não perdoa excessos, e quase sempre se exagera. Quando um cozinhado sabe muito a cravinho já está tudo perdido, quando não sabe é porque tudo se fez no bom ponto. Margão, Janota e quejandos têm dentes de cravinho - que são bolbos secos de flores vermelho-forte da árvore tropical com o mesmo nome - que estragam mais do que arranjam. O único cheiro que admito em mim próprio é o do banho bem tomado, quando muito essência de limão, mas quase nunca. O céu também não deve ter cheiro e deve comer-se por lá muito bem. Uma cabeça de peixe cozida sem o “meu court bouillon” não tem graça nenhuma, mas admito que a os caldos de outros possam resultar para eles. Em casa fazemos o que queremos e como queremos. A segunda estaca de embirração cravo-a no ensopado de borrego que sem hortelã da ribeira e um toque de cravinho é como uma bela zarolha. O problema é a minúscula especiaria ser matreira e achar que pode dominar sozinha o espectáculo. A minha perna de borrego assada é feita apenas com dois dentes de cravinho - um espetado na incisão de extracção do bedum o outro no verso da peça, vagamente coincidente com a virilha do cabeçudo -, um fio de azeite e muito pouco sal. Vi finalmente o céu, com o cravinho da Organic India, que as pessoas felizes da Zurc e Etraud - anagrama de Cruz e Duarte - me proporcionaram. No court-bouillon deixei de usar louro e no borrego assado estou finalmente à vontade com a minha técnica. No final, é o céu, o mesmo do banho bem tomado, em que há só equilíbrio e sabores directos. Assim posso finalmente dizer um enorme obrigado às pessoas iluminadas que souberam intersectar-me nos meus corredores e cravar-me no trilho certo do cravinho. Ontem foi mais uma aventura. Bacalhau no forno apenas com azeite e um dente de cravinho. Nem sal levou. Como no céu.
Vinho: Icon d’Azamor Alentejo tinto 2010 (14%) | Kilburn & Gomes
Classificação Omnívoros: 92
PVP: 59 euros
A idade ainda não se sente no perfil deste vinho, continua vibrante e fresco, tanto no nariz como na boca. Chocolate negro e notas confitadas de ameixa e mirtilos marcam o património aromático e de sabor. Final longo e lento, característica dos grandes vinhos.
PVP: 59 euros
A idade ainda não se sente no perfil deste vinho, continua vibrante e fresco, tanto no nariz como na boca. Chocolate negro e notas confitadas de ameixa e mirtilos marcam o património aromático e de sabor. Final longo e lento, característica dos grandes vinhos.
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