Classificação
O espaço: 4
O serviço: 3
A comida: 4,5
Vive-se bem na cidade de Vila Real, capital de Trás-os-Montes, o Marão, as Fisgas de Ermelo, Mateus, o Douro logo ali e tantos outros encantos fazem com que visitá-la seja imperativo sentimental. No Bons Tempos a leitura franca dos sabores transmontanos tem o toque cosmopolita e abre as portas ao mundo.
Alexandra Amorim decidiu em boa hora dar continuidade ao trabalho dos seus pais, transformando um espaço de taberna em restaurante de perfil moderno. O receituário familiar e regional seria partilhado com todos, em nome dos bons tempos de outrora e apostado nos bons tempos futuros, que são os que estamos a construir em cada refeição que ali fazemos. Desde Agosto de 2009 que Vila Real conta com este lugar de tertúlia junto ao mercado onde tanto se petisca como se almoça ou janta e onde o bom vinho corre como o os caprichosos Corgo e Cabril, os rios que abrem algumas das mais belas paisagens portuguesas e que enformam Vila Real. Tripas aos molhos (3,5 euros), moura grelhada (4,2 euros) e pataniscas de bacalhau (3 euros) configuram delícia e pouco mais precisamos para com um copo de vinho da brilhante Adega de Vila Real dar a empreitada por completa. Mas estamos em Trás-os-Montes e ninguém pode sair sem o conforto pleno atingido. Entregamo-nos mais que facilmente ao bacalhau na broa de milho em cama de grelos e batata a murro (9,5 euros), feito com azeite e mão que enfeitiçam e viciam desde o primeiro contacto, ou ao polvo grelhado com batata e legumes (12,5 euros), um louvor culinário aos bons tempos de há muito tempo que todo o português visita com saudade. Sedução garantida no belíssimo entrecosto de vinha d’alhos com arroz de carqueja (17 euros, 2 pessoas), a mais portuguesa das ervas, surpresa inefável nas costeletas de borrego grelhadas, molho de ervas do marão e batata à antiga (10,8 euros), Alexandra e Manuela Brulha, oficiante na cozinha, têm aqui uma proposta de sabores e aromas que colocam o planalto vilarealense entre os paraísos das ervas aromáticas, muitas delas autóctones. Bom seria que todas as mesas tivessem o cuidado de as oferecer aos seus clientes, do tanto que há ainda por desbravar. O lombinho de vitela flamejado em porto, batatas alouradas e legumes (13 euros) mostra a força da proximidade e abre uma janela para o pouco praticado vinho do Porto nas nossas cozinhas. E é tão bom o peito de frango grelhado da casa da avó com arroz de cogumelos selvagens (9,5 euros)! A simplicidade é o grande reduto da tradição culinária portuguesa, está aqui bem demonstrado. Há uma ementa vegan disponível para os que renunciam à proteína animal, mas é impossível renunciar às sobremesas. Único e muito bom o gratinado de castanha (3,9 euros), excepcional a tarte merengada de frutos secos e creme de ovos (3,6 euros), assim como os figos fritos com gelado de frutos silvestres (3,9 euros). No lado patrimonial, a vénia ao queijo serra da estrela, pito de santa luzia e compota (4,5 euros). Mas a vénia há que a fazer a Alexandra Amorim, em nome dos bons tempos que passámos e dos que nos esperam. Muitas vezes.
Restaurante Bons Tempos
R. Santa Sofia 41
5000-680 Vila Real
Tel. 963 626 564
12:00-14:30; 19:00-22:30
Fecha: Terça e jantar de Domingo
Preço médio: 20 euros
A refeição ideal
Salada de orelha de porco (2,6 euros)
Pataniscas de bacalhau (3 euros)
Bacalhau Bons Tempos (9 euros)
Entrecosto de vinha d’alhos com arroz de carqueja (17 euros, 2 pessoas)
Gratinado de castanha (3,9 euros)
terça-feira, 8 de maio de 2018
segunda-feira, 7 de maio de 2018
Profissão difícil
A tolerância é o único caminho, mas quando damos com a ignorância e a arrogância fundidas numa mesma pessoa e essa pessoa é quem vai tratar de nós, o que fazer? Ir embora. Não fui.
Palavra que aconteceu. Cheguei um pouco mais tarde do que a minha amiga ao restaurante, bem giro por sinal, ficámos na zona de bar, que eu não conhecia e já agora fiquei mais que fã. A minha amiga já estava com um copo de vinho branco servido, pedi igual. Só que o meu tinha rolha. Comparei com o dela, e obviamente eram de garrafas diferentes. "Este vinho é mesmo assim, as pessoas encontram defeito, mas não tem". Como??? Expliquei que não, e pedi novo copo de vinho, mas de outra garrafa. "Eu vou-lhe explicar", disse ele, mas eu achei melhor não ouvir. Um chorrilho barato de termos e disparates. Pedi licença para conversar com a minha amiga, afinal foi para isso que ali fui. Queria levantar o copo que para ele não tinha defeito algum, mas eu disse que ficava, para ele ver dali a um bocado, com o arejamento, que de facto tinha TCA, vulgo rolha. "Eu tirei enologia", assim, atirou o rapazinho. E eu perguntei, a brincar, claro, tirou a quem? E afastou-se com má cara. Mas afastou-se. Bons ovos rotos. Muito bom hotdog de lavagante, com maionese trufada. Bife tártaro feliz.
segunda-feira, 30 de abril de 2018
domingo, 29 de abril de 2018
Legado DOC Douro tinto 2013
Todo um legado, inteiramente novo
A Quinta do Caêdo, na ribeira do mesmo nome e afluente do Douro a montante do Pinhão, é o cenário e berço da vinha centenária onde tudo é feito como outrora, até a movimentação dos solos com machos. Sai agora para o mercado o Legado 2013, vinho património de muita carga afectiva para a família Guedes, proprietária da Sogrape.
É uma espécie de regresso ao futuro, o Douro comporta em si quase três séculos de produção contínua de grandes vinhos, com microterroirs que começam agora a revelar-se fundamentais e em plenitude. A marca Legado foi criada em 2008 e tem a carga intencional que o nome evoca e traduz e é, segundo Fernando Guedes, “tudo aquilo que aprendi e recebi de meu pai”. Refere-se ao fundador da Sogrape, Fernando van Zeller Guedes, um dos maiores visionários do mundo do vinho em termos absolutos. O jantar de apresentação do Legado DOC Douro tinto 2013 decorreu de resto na adega de Vila Real que foi criada para a produção do Mateus Rosé nos anos 40, já com uma capacidade de 4 milhões de litros, o que é em si mesmo notável. O Legado é produzido a partir de uma vinha única da Quinta do Caêdo, com mais de cem anos, os oito hectares de vinha velha não produzem mais do que 500 gramas de uvas por cêpa. Touriga Franca, Touriga Nacional, Rufete, Tinta Amarela, Sousão, Tinta da Barca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Donzelinho convivem numa mesma encosta de xisto de forma caprichosa e é um desafio considerável para a equipa dirigida pelo brilhante Luís Sottomayor, hoje à frente da enologia da Sogrape. Pujança e ao mesmo tempo elegância, num hino ao Douro e o aval de qualidade para o futuro do grande vale vinhateiro. Está tudo feito, e está tudo por fazer. Fica o legado para os vindouros, nós cá estaremos presentes como testemunhas atentos.
19 - Legado DOC Douro tinto 2013 | Sogrape - 225 euros
Aromas de grafite, fumo caixa de tabaco e fruta escura cozida. Na boca, o vinho apresenta uma grande frescura e revela notas de trufa preta sobre citrino ligeiro. Há que dar alguns anos de tempo à garrafa para atingir a plenitude do equilíbrio, mas para já é um paradigma da qualidade de que só o Douro é capaz.
(in Evasões 18.03.18)
A Quinta do Caêdo, na ribeira do mesmo nome e afluente do Douro a montante do Pinhão, é o cenário e berço da vinha centenária onde tudo é feito como outrora, até a movimentação dos solos com machos. Sai agora para o mercado o Legado 2013, vinho património de muita carga afectiva para a família Guedes, proprietária da Sogrape.
É uma espécie de regresso ao futuro, o Douro comporta em si quase três séculos de produção contínua de grandes vinhos, com microterroirs que começam agora a revelar-se fundamentais e em plenitude. A marca Legado foi criada em 2008 e tem a carga intencional que o nome evoca e traduz e é, segundo Fernando Guedes, “tudo aquilo que aprendi e recebi de meu pai”. Refere-se ao fundador da Sogrape, Fernando van Zeller Guedes, um dos maiores visionários do mundo do vinho em termos absolutos. O jantar de apresentação do Legado DOC Douro tinto 2013 decorreu de resto na adega de Vila Real que foi criada para a produção do Mateus Rosé nos anos 40, já com uma capacidade de 4 milhões de litros, o que é em si mesmo notável. O Legado é produzido a partir de uma vinha única da Quinta do Caêdo, com mais de cem anos, os oito hectares de vinha velha não produzem mais do que 500 gramas de uvas por cêpa. Touriga Franca, Touriga Nacional, Rufete, Tinta Amarela, Sousão, Tinta da Barca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Donzelinho convivem numa mesma encosta de xisto de forma caprichosa e é um desafio considerável para a equipa dirigida pelo brilhante Luís Sottomayor, hoje à frente da enologia da Sogrape. Pujança e ao mesmo tempo elegância, num hino ao Douro e o aval de qualidade para o futuro do grande vale vinhateiro. Está tudo feito, e está tudo por fazer. Fica o legado para os vindouros, nós cá estaremos presentes como testemunhas atentos.
19 - Legado DOC Douro tinto 2013 | Sogrape - 225 euros
Aromas de grafite, fumo caixa de tabaco e fruta escura cozida. Na boca, o vinho apresenta uma grande frescura e revela notas de trufa preta sobre citrino ligeiro. Há que dar alguns anos de tempo à garrafa para atingir a plenitude do equilíbrio, mas para já é um paradigma da qualidade de que só o Douro é capaz.
(in Evasões 18.03.18)
sábado, 28 de abril de 2018
16,5/20 - Herdade da Arcebispa Reserva regional Península de Setúbal branco 2016 | Soc. Agr. Arcebispa
Produzido a partir de Antão Vaz, Verdelho e Arinto, mão enológica de Gonçalo Carapeto. Seis meses em barrica de carvalho francês. Alcácer do Sal tem mostrado diversidade acima da média, a frescura e salinidade deste branco são atraentes e configuram companhia de truz na mesa pestisqueira e nas brasas amansadas, com bom peixe em cima.
17,5/20 - Dona Maria Amantis Reserva Viognier regional alentejano branco 2015 | Julio Bastos-Dona Maria Wines - 13,5 euros
Belíssimo Viognier. É muito difícil fazer um viognier assim em Portugal. Quando se vindima cedo, nota-se que é cedo demais, agreste, tanino verde, amargos feios. Quando se vindima tarde, surgem os tropicais a que muitos se habituaram, mas que nada têm a ver com a franqueza e correcta expressão da casta. A minha vénia, por isso, a Júlio Bastos e a Sandra Gonçalves, dupla de luxo. A fermentação aconteceu em barricas de carvalho francês de 400 litros, a que se seguiu um estágio de seis meses.
Belíssimo Viognier. É muito difícil fazer um viognier assim em Portugal. Quando se vindima cedo, nota-se que é cedo demais, agreste, tanino verde, amargos feios. Quando se vindima tarde, surgem os tropicais a que muitos se habituaram, mas que nada têm a ver com a franqueza e correcta expressão da casta. A minha vénia, por isso, a Júlio Bastos e a Sandra Gonçalves, dupla de luxo. A fermentação aconteceu em barricas de carvalho francês de 400 litros, a que se seguiu um estágio de seis meses.
Vinhos para puxar o calor
Sabemos que daqui a pouco já estamos a desejar que o calor abrasador se vá, ou não fôssemos nós humanos. Mas neste momento é mais que justo clamar pela canícula para arejar os fatos de banho e desenferrujar as grelhas. Aqui ficam algumas sugestões para ter a festa preparada.
Portugal é fascinante por muitas razões, para além da mesa e dos vinhos. Mas à maneira do exército do sol e do ar livre que se vislumbra já no horizonte, sabemos que vem aí a canícula. Mariscos, peixes, petiscos e brasas perfilam-se-nos no peito, a ponto de nos pôr em festa e tocar a reunir aos amigos e família. Três boas surpresas no capítulo ainda pouco frequentado dos rosés fazem-nos ficar optimistas e felizes, pela atenção que os produtores estão a dar a esta categoria. Devem ser bebidos antes dos brancos, não esquecer. Nos brancos propomos sobretudo diversidade, já que o nível a que chegámos nos permite o luxo da escolha. São quatro brancos de bom talante enológico, capazes de enfrentar o desafio da nossa mesa mais tradicional e fundamental. Ao mesmo tempo são vinhos de prazer, com que vamos querer petiscar num fim de tarde, em boa companhia.
16,5 - Quinta da Alorna Touriga Nacional regional Tejo rosé 2017 | Soc. Agr. Quinta da Alorna - 5 euros
Ambiente aromático floral e citrino, na boca surgem sugestões de groselha e morango em compota. Final longo, a estrutura deste vinho surpreende e é bom presságio em termos de longevidade. Muito bom para sushi, gratinados e massas simples com base de tomate.
16 - Casa Amarela DOC Douro rosé 2017 | Laura Valente Regueiro - 7 euros
Produzido a partir de Touriga Franca e Tinta Roriz, é uma proposta séria que vai além da promessa padrão de um vinho rosé. Frescura, estrutura bem trabalhada, toques salinos na boca. Óptimo com fritos e peixes fumados, perfeito com tempuras.
17 - Pegos Claros Castelão Vinhas Velhas DOC Palmela rosé 2017 | Herdade Pegos Claros - 5,7 euros
Consegue apresentar a tipicidade do Castelão, fruta de caroço cozida e até alguma rugosidade tânica, e ao mesmo tempo mostra-se apto a uma mesa estival variada. Queijos maioneses, mostardas, as cumplicidades gastronómicas são diversas, para explorar devagar.
16,5 - Herdade do Peso Colheita Doc Alentejo branco 2016 | Sogrape - 7,5 euros
Estreme de Antão Vaz, com uma expressão elegante e sem excesso de extracção. A barrica está bem integrada, perdurando as notas de fruta branca de caroço. No final de boca, sugestões agradáveis de alperce. Brilhante com peixe grelhado na brasa, óptimo com salmão fumado.
17,5 - Quinta do Cume Reserva DOC Douro branco 2016 | Quinta do Cume - 14 euros
Composição duriense, maioria Malvasia Fina acompanhada por Rabigato e Viosinho, tudo muito integrado. Há uma mineralidade forte, secundada por notas elegantes de madeira. É fácil ficar fã do vinho, pelo prazer que dá e pela flexibilidade à mesa. Bacalhau no forno, peixe assado, feijoada à transmontana irão muito bem com ele.
17 - Volúpia DOC Bairrada branco 2017 | Caves Solar São Domingos - 6,2 euros
É a nova versão deste vinho que já criou clientela fixa entre os amantes de brancos aromáticos. Produzido a partir de Sauvignon Blanc, Chardonnay e Maria Gomes, é grande companheiro para a cascaria e arrozes de inspiração marítima. Gratinados simples também vão gostar.
17,5 - Vale da Mata regional Lisboa branco 2016 | Rocim Agroindústria - 8,7 Euros
Arinto, Vital e Viosinho são as castas que animam este vinho que nasceu com a vocação da mesa. Bacalhau à lagareiro, rodovalho no forno com alcaparras, e numa vertente mais estival irá bem com a cascaria diversa que a época puxa. Excelente com pratos de caril.
(in Evasões 18.04.27)
Portugal é fascinante por muitas razões, para além da mesa e dos vinhos. Mas à maneira do exército do sol e do ar livre que se vislumbra já no horizonte, sabemos que vem aí a canícula. Mariscos, peixes, petiscos e brasas perfilam-se-nos no peito, a ponto de nos pôr em festa e tocar a reunir aos amigos e família. Três boas surpresas no capítulo ainda pouco frequentado dos rosés fazem-nos ficar optimistas e felizes, pela atenção que os produtores estão a dar a esta categoria. Devem ser bebidos antes dos brancos, não esquecer. Nos brancos propomos sobretudo diversidade, já que o nível a que chegámos nos permite o luxo da escolha. São quatro brancos de bom talante enológico, capazes de enfrentar o desafio da nossa mesa mais tradicional e fundamental. Ao mesmo tempo são vinhos de prazer, com que vamos querer petiscar num fim de tarde, em boa companhia.
16,5 - Quinta da Alorna Touriga Nacional regional Tejo rosé 2017 | Soc. Agr. Quinta da Alorna - 5 euros
Ambiente aromático floral e citrino, na boca surgem sugestões de groselha e morango em compota. Final longo, a estrutura deste vinho surpreende e é bom presságio em termos de longevidade. Muito bom para sushi, gratinados e massas simples com base de tomate.
16 - Casa Amarela DOC Douro rosé 2017 | Laura Valente Regueiro - 7 euros
Produzido a partir de Touriga Franca e Tinta Roriz, é uma proposta séria que vai além da promessa padrão de um vinho rosé. Frescura, estrutura bem trabalhada, toques salinos na boca. Óptimo com fritos e peixes fumados, perfeito com tempuras.
17 - Pegos Claros Castelão Vinhas Velhas DOC Palmela rosé 2017 | Herdade Pegos Claros - 5,7 euros
Consegue apresentar a tipicidade do Castelão, fruta de caroço cozida e até alguma rugosidade tânica, e ao mesmo tempo mostra-se apto a uma mesa estival variada. Queijos maioneses, mostardas, as cumplicidades gastronómicas são diversas, para explorar devagar.
16,5 - Herdade do Peso Colheita Doc Alentejo branco 2016 | Sogrape - 7,5 euros
Estreme de Antão Vaz, com uma expressão elegante e sem excesso de extracção. A barrica está bem integrada, perdurando as notas de fruta branca de caroço. No final de boca, sugestões agradáveis de alperce. Brilhante com peixe grelhado na brasa, óptimo com salmão fumado.
17,5 - Quinta do Cume Reserva DOC Douro branco 2016 | Quinta do Cume - 14 euros
Composição duriense, maioria Malvasia Fina acompanhada por Rabigato e Viosinho, tudo muito integrado. Há uma mineralidade forte, secundada por notas elegantes de madeira. É fácil ficar fã do vinho, pelo prazer que dá e pela flexibilidade à mesa. Bacalhau no forno, peixe assado, feijoada à transmontana irão muito bem com ele.
17 - Volúpia DOC Bairrada branco 2017 | Caves Solar São Domingos - 6,2 euros
É a nova versão deste vinho que já criou clientela fixa entre os amantes de brancos aromáticos. Produzido a partir de Sauvignon Blanc, Chardonnay e Maria Gomes, é grande companheiro para a cascaria e arrozes de inspiração marítima. Gratinados simples também vão gostar.
17,5 - Vale da Mata regional Lisboa branco 2016 | Rocim Agroindústria - 8,7 Euros
Arinto, Vital e Viosinho são as castas que animam este vinho que nasceu com a vocação da mesa. Bacalhau à lagareiro, rodovalho no forno com alcaparras, e numa vertente mais estival irá bem com a cascaria diversa que a época puxa. Excelente com pratos de caril.
(in Evasões 18.04.27)
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