É a minha estreia nos vinhos deste novo produtor, após a venda da Quinta do Porta à Fladgate. O enólogo agora é Jorge Alves. Paulo Coutinho ficou cativo da Fladgate, por inerência do negócio firmado entre as partes. Confesso que tenho pena, Paulo Coutinho é e será sempre património no estado puro. É a vida. O estreante vinho é um rosé estreme de Tinta Roriz e promete, apesar do seu relativo monolitismo. Fermentação em inox, estágio 30 dias em barricas novas de carvalho francês. Aromas de fruta bagas de arbusto maduras, complementadas por impressões de vagam de ervilhas. Boca com toques cítricos mas dominada pelo ambiente frutado original, groselha e pêssego. Cresce bem na boca e segue estável até ao final, que é médio e rico. Prato: brandada de bacalhau.
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