Estamos em festa e estamos no mapa!
Enquanto amornam ainda as novas estrelas que nos calharam, há sobretudo que festejar. Primeiro, o triunfo colectivo de chefs, empresários e empregados que parecem ter finalmente entendido que só avançando em bloco chegamos a algum lado. Segundo, a supremacia do que está no prato - a comida propriamente dita -, de um nível muito elevado, com um recorte técnico que apesar do que se diz sempre que se fala de Michelin nos coloca muito no gosto português. E finalmente, ver distinguidos grandes profissionais que são também grandes apaixonados pelo seu ofício.
Era inevitável a subida do Yeatman, em Gaia, para as duas estrelas. Trabalha-se muito naquela casa, tanto nos vinhos - Beatriz Machado - como na comida - Ricardo Costa. São dois colossos a trabalhar, quase biónicos. Muitos conhecem o restaurante apenas pelos jantares vínicos semanais que acontecem com produtores afectos ao projecto hoteleiro do Yeatman. Aconselho sempre a visita ao restaurante, é uma grande experiência. E raiava já a injustiça não conceder a segunda também ao Il Gallo d’Oro, no Funchal. Benoit Sinthon na cozinha, Sérgio Marques nos vinhos, oferecem todo um programa inesquecível em cada refeição.
Desenrolando os novos “uma estrela”, ainda no Funchal, no mítico hotel Reid’s Palace, rebenta a estrela que terá surpreendido mais gente, por não ser local de passagem evidente de quem vai à Madeira. É o William, restaurante coordenado por Joachim Koerper, cozinha a cargo de outro grande obreiro, Luís Pestana. Fiz uma única refeição depois da última remodelação, que de resto conduziu ao novo nome. Finalmente reconhecido o labor de Rui Paula, na Casa de Chá da Boa Nova, em Leça da Palmeira, merece e faz por merecer desde há muito, com uma equipa de sonho que não arreda pé. Vítor Matos, do Antiqvvum, no Porto, também vê o seu mérito reconhecido pela nova estrela, assunto que não lhe é desconhecido, já que oficiou outrora na Casa da Calçada em Amarante. Recupera a estrela Miguel Laffan, no L’And Vineyard, em Montemor-o-Novo, assim agora se mantenha porque muita gente não chegou a conhecer a sua arte. Ganha estrela o Lab, de Sergi Arola, no Penha Longa, em Sintra, abordagem vanguardista disponível em declinações de grande recorte técnico, a visitar. O novo Alma de Henrique Sá-Pessoa, em Lisboa, recebe a estrela mais que merecida, o cozinheiro e esteta do sabor há muito que aí anda, foi notável a forma como orientou o restaurante para merecer a distinção estrelada. Alexandre Silva, no Loco, também em Lisboa, montou uma cozinha consistente, apoiada em fusão de técnicas e grande controlo de extracções e caldos, numa lógica informal e muito exposta, tudo acontece à nossa frente. Grande equipa, grande sommelier, Sérgio Antunes, que faz o impossível na harmonização com os pratos.
São as novas estrelas. Espanha - o guia é conjunto de Portugal e Espanha - teve 1 novo 3 estrelas, 5 novos 2 estrelas e 15 novos 1 estrela. Mantém-se por isso o afastamento crescente, sem razão alguma. Tínhamos o dobro para dar, porque estamos melhor que nunca. Importante é estarmos definitivamente no mapa. E em festa.
Deixo abaixo a lista geral do Guia Vermelho Michelin Portugal/Espanha 2017
3 estrelas
NUEVO: Lasarte (Barcelona)
El Celler de Can Roca. Chef: Joan Roca (Girona)
Arzak. Chef: Juan Mari Arzak (Guipúzcoa)
Akelarre. Chef: Pedro Subijana (Guipúzcoa)
Martín Berasategui. Chef: Martín Berasategui (Guipúzcoa)
Sant Pau. Chef: Carme Ruscalleda (Barcelona)
Diverxo. Chef: David Muñoz (Madrid)
Azurmendi. Eneko Atxa (Larrabetzu, Vizcaya)
Quique Dacosta. (Dénia, Alicante)
2 estrelas
NUEVO: L´Escaleta (Cocentaina, Alicante)
NUEVO: DSTAgE (Madrid)
NUEVO: Annua (San Vicente de la Barquera, Cantabria)
NUEVO: Cenador de Amós (Villaverde de Pontones, Cantabria)
NUEVO: BonAmb (Xàbia, Alicante)
NUEVO: Il Gallo d´Oro (Funchai, Madeira)
NUEVO: The Yeatman (Vila Nova de Gaia, Porto)
MADRID
Coque (Humanes, Madrid)
La Terraza del Casino (Madrid)
El Club Allard (Madrid)
Ramón Freixa (Madrid)
Santceloni (Madrid)
ISLAS BALEARES
Zaranda (Mallorca)
ANDALUCÍA
Aponiente (Cádiz)
Dani García (Málaga)
ISLAS CANARIAS
M.B. by Martín Berasategui (Santa Cruz de Tenerife)
LA RIOJA
El Portal (La Rioja)
CATALUÑA
Abac (Barcelona)
Miramar (Girona)
Les Cols (Girona)
Enoteca (Barcelona)
Moments (Barcelona)
PAÍS VASCO
Mugaritz (Guipuzcoa)
EXTREMADURA
Atrio (Cáceres)
ASTURIAS
Casa Marcial (Asturias)
PORTUGAL
Vila Joya (Albufeira, Portugal)
Ocean (Armaçao de Pêra, Portugal)
Belcanto (Lisboa, Portugal)
1 estrela
NUEVO: Céleri (Barcelona)
NUEVO: Xerta (Barcelona)
NUEVO: Ca l´Arpa (Banyoles)
NUEVO: La Boscana (Bellvís)
NUEVO: L´Antic Molí (Ulldecona)
NUEVO: A´Barra (Madrid)
NUEVO: Gaytán (Madrid)
NUEVO: El Invernadero (Collado Mediano, Madrid)
NUEVO: Raúl Resino (Benicarló)
NUEVO: Sents (Ontinyent)
NUEVO: Cobo Vintage (Burgos)
NUEVO: Noor (Córdoba)
NUEVO: Baluarte (Soria)
NUEVO: Adrián Quetglas (Palma)
NUEVO: Argos (Port de Pollença)
NUEVO: Casa de Chá da Boa Nova (Leça da Palmeira, Portugal)
NUEVO: Alma (Lisboa, Portugal)
NUEVO: Loco (Lisboa, Portugal)
NUEVO: Willian (Madeira/Funchal, Portugal)
NUEVO: L´And Vineyards (Montemor-o-Novo, Portugal)
NUEVO: Antiqvvm (Porto, Portugal)
NUEVO: Lab by Sergi Arola (Sintra, Portugal)
ANDALUCÍA
Kabuki Raw (Casares, Málaga)
Sollo (Fuengirola, Málaga)
Messina (Marbella, Málaga)
Acanthum (Huelva)
José Carlos García (Málaga)
Choco (Córdoba)
El Lago (Marbella, Málaga)
La Costa (El Ejido, Almería)
Abantal (Sevilla)
Skina (Marbella, Málaga)
Alejandro (Almería)
ARAGÓN
La Prensa (Zaragoza)
Hospedería El Batán (Tramacastilla, Teruel)
Tatau Bistro (Huesca)
Lillas Pastia (Huesca)
Las Torres (Huesca)
ASTURIAS
El Corral del Indianu (Arriondas, Asturias)
Auga (Gijón)
La Salgar (Gijón)
El Retiro (Asturias)
Casa Gerardo (Prendes, Asturias)
Real Balneario (Salinas, Asturias)
Arbidel (Asturias)
BALEARES
Can Dani (Formentera)
Jardín (Port d’Alcúdia, Mallorca)
Bou (Sa Coma, Mallorca)
Andreu Genestra (Mallorca)
Es Racó d’es Teix (Deiá, Mallorca)
Simply Fosh (Mallorca)
Es Fum (Palmanova, Mallorca)
ISLAS CANARIAS
Kabuki (Guía de Isora, Santa Cruz de Tenerife)
El Rincón de Juan Carlos (Los Gigantes, Tenerife)
Kazan (Tenerife)
CANTABRIA
Solana (Ampuero, Cantabria)
El Nuevo Molino (Puente Arce, Santander)
El Serbal (Santander)
CASTILLA LA MANCHA
Maralba (Almansa, Albacete)
El Bohío (Illescas, Toledo)
El Carmen de Montesión (Toledo)
Tierra (Toledo)
CASTILLA Y LEÓN
Refectorio (Valladolid)
La Lobita (Soria)
La Botica (Valladolid)
El Ermitaño (Benavente, Zamora)
Cocinandos (León)
Víctor Gutiérrez (Salamanca)
Villena (Segovia)
CATALUÑA
Disfrutar (Barcelona)
Hoja Santa (Barcelona)
Tresmacarrons (El Masnou, Barcelona)
Emporium (Castelló d’Empuries, Girona)
Alkimia (Barcelona)
Caelis (Barcelona)
Cinc Sentits (Barcelona)
Dos Cielos (Barcelona)
Gaig (Barcelona
Hisop (Barcelona)
Hofmann (Barcelona)
Sala (Olost, Barcelona)
Roca Moo (Barcelona)
Via Veneto (Barcelona)
Els Casals (Sagás, Barcelona)
Angle (Barcelona)
Capritx (Tarrasa, Barcelona)
Estany Clar (Cercs, Barcelona)
Can Jubany (Calldetenes, Barcelona)
La Cuina de San Simon (Tossa de Mar, Girona)
Ca l’Enric (La Val de Vianya, Girona)
Bo.Tic (Corsà, Girona)
Massana (Girona)
La Fonda Xesc (Gombrén, Girona)
Els Tinars (Llagostera, Girona)
Villa Retiro (Xerta, Tarragona)
Rincón de Diego (Cambrils, Tarragona)
Can Bosch (Cambrils, Tarragona)
Les Magnòlies (Arbúcies, Girona)
Dos Palillos (Barcelona)
Koy Shunka (Barcelona)
Lluerna (Santa Coloma de Gramanet, Barcelona)
Nectari (Barcelona)
Pakta (Barcelona)
Fogony (Sort, Lleida)
Les Moles (Tarragona)
Tickets (Barcelona)
L’Ó (Sant Fruitós de Bages, Barcelona)
Casamar (Llafranc, Girona)
Els Brancs (Platja de Canyelles Petites, Girona)
Malena (Lleida)
GALICIA
Casa Marcelo (Santiago)
Nova (Ourense)
Yayo Daporta (Cambados, Pontevedra)
A Estación (Cambre, La Coruña)
Alborada (La Coruña)
As Garzas (Malpica de Bergantiños, La Coruña)
Retiro da Costiña (Santa Comba, La Coruña)
Árbore da Veira (A Coruña)
Solla (Poio, Pontevedra)
Pepe Vieira Camiño da Serpe (Raxo, Pontevedra)
Maruja Limón (Vigo)
Culler de Pau (Pontevedra)
MADRID
Lúa (Madrid)
La Cabra (Madrid)
Álbora (Madrid)
Punto MX (Madrid)
Montia (Madrid)
Chirón (Valdemoro, Madrid)
Kabuki (Madrid)
Kabuki Wellington (Madrid)
MURCIA
Cabaña Buenavista (Murcia)
NAVARRA
Europa (Pamplona)
Rodero (Pamplona)
El Molino de Urdániz (Urdaitz, Navarra)
PAÍS VASCO
Zarate (Bilbao)
Elkano (Guipúzcoa)
Boroa (Amorebieta, Vizcaya)
Etxebarri (Axpe, Vizcaya)
Etxanobe (Bilbao)
Nerua (Bilbao,Vizcaya)
Mina (Bilbao, Vizcaya)
Zortziko (Bilbao)
Kokotxa (San Sebastián)
Mirador de Ulía (San Sebastián)
Alameda (Fuenterrabía, Guipúzcoa)
Andra Mari (Galdácano, Vizcaya)
Zuberoa (Oyarzun, Guipúzcoa)
Zaldarián (Vitoria)
Marqués de Riscal (Elciego, Álava)
LA RIOJA
Venta Moncalvillo (Daroca de Rioja, La Rioja)
COMUNIDAD VALENCIANA
Casa Manolo (Valencia)
Riff (Valencia)
Monastrell (Alacant)
La Sucursal (Valencia)
La Finca (Elche, Alicante)
El Poblet (Valencia)
Ricard Camarena (València)
Cal Paradís (Castelló)
Casa Pepa (Ondaira, Alicante)
PORTUGAL
São Gabriel (Almancil, Portugal)
Henrique Leis (Alamcil, Portugal)
Bon Bon (Carvoeiro, Portugal)
Willie´s (Quarteira, Portugal)
Pedro Lemos (Porto, Portugal)
Fortaleza do Guincho (Cascais, Portugal)
Eleven (Lisboa, Portugal)
Feitoria (Lisboa, Portugal)
Largo do Paço (Amarante, Portugal)
Pierden la Estrella Michelin
2 estrellas: Sergi Arola Gastro (Madrid) por Cierre del restaurante
1 estrella: Las Rejas (Las Pedroñeras, Cuenca) por Cierre del restaurante
1 estrella: Casa José (Aranjuez, Madrid)
1 estrella: Silabario (Tui, Pontevedra)
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
Charutos Mini
I. Balmoral Añejo XO
Petit Robusto
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Brasil
Capote: Rep. Dominicana
Miolo: Brasil
Dimensões: 111x19,05 mm
Tipo: Robusto
Fabricante: Agio
PVP indicativo: 7,5 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 7
Classificação: ****
II. Davidoff
Winston Churchill
Petit Panetela
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Equador
Capote: México
Miolo: Rep. Dominicana
Dimensões: 102x15,08 mm
Tipo: Petit panetella
Fabricante: Oettinger Davidoff
PVP indicativo: 6 euros
Aroma: 7
Potência: 9
Persistência: 8
Classificação: ****
III. Davidoff Nicaragua
Short Corona
Puro Nicaragua
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Nicarágua
Capote: Nicarágua
Miolo: Nicarágua
Dimensões: 95x18,26 mm
Tipo: Corona gorda
Fabricante: Oettinger Davidoff
PVP indicativo: 10,5 euros
Aroma: 9
Potência: 8
Persistência: 10
Classificação: *****
IV. Macanudo Inspirado
Gordito
Blend
Fabricado: Honduras
Capa: Honduras
Capote: Honduras
Miolo: Honduras, Nicarágua e Rep. Dominicana
Dimensões: 114x21,03 mm
Tipo: Robusto
Fabricante: Scandinavian Tobacco Group
PVP indicativo: 7,4 euros
Aroma: 7
Potência: 7
Persistência: 7
Classificação: ****
V. Macanudo 1968
Titan
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Honduras
Capote: Connecticut
Miolo: Rep. Dominicana, Honduras
Dimensões: 102x23,81 mm
Tipo: Short
Fabricante: Scandinavian Tobacco Group
PVP indicativo: 7,6 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****
VI. Nub Sun Grown
466
Puro Nicarágua
Fabricado: Nicarágua
Capa: 6
Capote: 6
Miolo: 7
Dimensões: 103x27 mm
Tipo: Short Robusto
Fabricante: Oliva
PVP indicativo: 11 euros
Aroma: 6
Potência: 6
Persistência: 7
Classificação: ***
VII. Pléiades XX Aniversaire
Petit Belicoso
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Equador
Capote: Rep. Dominicana
Miolo: Rep. Dominicana
Dimensões: 95x22,6 mm
Tipo: Figurado
Fabricante: Imperial Tobacco
PVP indicativo: 7,8 euros
Aroma: 6
Potência: 5
Persistência: 5
Classificação: ***
VIII. Flor de Copan
Short Robusto
Blend
Fabricado: Honduras
Capa: Equador
Capote: Honduras
Miolo: Honduras
Dimensões: 100x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Imperial Tobacco
PVP indicativo: 6,5 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****
IX. Hoyo de Monterrey
Petit Robustos
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 102x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 9,1 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ***
X. Partagas
Serie D N.º 6
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 90x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Habanis
PVP indicativo: 8,8 euros
Aroma: 8
Potência: 9
Persistência: 7
Classificação: ****
XI. Romeo y Julieta
Short Churchill
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 124x19,9
Tipo: Robusto
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 10,8 euros
Aroma: 9
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****(*)
XII. H. Upmann
Half Corona
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 90x17,5 mm
Tipo: Half Corona
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 4,5 euros
Aroma: 8
Potência: 7
Persistência: 7
Classificação: ****
(Sel. L'Amateur de Cigare Jul/Ago 2016)
Petit Robusto
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Brasil
Capote: Rep. Dominicana
Miolo: Brasil
Dimensões: 111x19,05 mm
Tipo: Robusto
Fabricante: Agio
PVP indicativo: 7,5 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 7
Classificação: ****
II. Davidoff
Winston Churchill
Petit Panetela
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Equador
Capote: México
Miolo: Rep. Dominicana
Dimensões: 102x15,08 mm
Tipo: Petit panetella
Fabricante: Oettinger Davidoff
PVP indicativo: 6 euros
Aroma: 7
Potência: 9
Persistência: 8
Classificação: ****
III. Davidoff Nicaragua
Short Corona
Puro Nicaragua
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Nicarágua
Capote: Nicarágua
Miolo: Nicarágua
Dimensões: 95x18,26 mm
Tipo: Corona gorda
Fabricante: Oettinger Davidoff
PVP indicativo: 10,5 euros
Aroma: 9
Potência: 8
Persistência: 10
Classificação: *****
IV. Macanudo Inspirado
Gordito
Blend
Fabricado: Honduras
Capa: Honduras
Capote: Honduras
Miolo: Honduras, Nicarágua e Rep. Dominicana
Dimensões: 114x21,03 mm
Tipo: Robusto
Fabricante: Scandinavian Tobacco Group
PVP indicativo: 7,4 euros
Aroma: 7
Potência: 7
Persistência: 7
Classificação: ****
V. Macanudo 1968
Titan
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Honduras
Capote: Connecticut
Miolo: Rep. Dominicana, Honduras
Dimensões: 102x23,81 mm
Tipo: Short
Fabricante: Scandinavian Tobacco Group
PVP indicativo: 7,6 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****
VI. Nub Sun Grown
466
Puro Nicarágua
Fabricado: Nicarágua
Capa: 6
Capote: 6
Miolo: 7
Dimensões: 103x27 mm
Tipo: Short Robusto
Fabricante: Oliva
PVP indicativo: 11 euros
Aroma: 6
Potência: 6
Persistência: 7
Classificação: ***
VII. Pléiades XX Aniversaire
Petit Belicoso
Blend
Fabricado: Rep. Dominicana
Capa: Equador
Capote: Rep. Dominicana
Miolo: Rep. Dominicana
Dimensões: 95x22,6 mm
Tipo: Figurado
Fabricante: Imperial Tobacco
PVP indicativo: 7,8 euros
Aroma: 6
Potência: 5
Persistência: 5
Classificação: ***
VIII. Flor de Copan
Short Robusto
Blend
Fabricado: Honduras
Capa: Equador
Capote: Honduras
Miolo: Honduras
Dimensões: 100x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Imperial Tobacco
PVP indicativo: 6,5 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****
IX. Hoyo de Monterrey
Petit Robustos
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 102x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 9,1 euros
Aroma: 7
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ***
X. Partagas
Serie D N.º 6
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 90x19,9 mm
Tipo: Petit Robusto
Fabricante: Habanis
PVP indicativo: 8,8 euros
Aroma: 8
Potência: 9
Persistência: 7
Classificação: ****
XI. Romeo y Julieta
Short Churchill
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 124x19,9
Tipo: Robusto
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 10,8 euros
Aroma: 9
Potência: 8
Persistência: 8
Classificação: ****(*)
XII. H. Upmann
Half Corona
Puro Havano
Fabricado: Cuba
Capa: Cuba
Capote: Cuba
Miolo: Cuba
Dimensões: 90x17,5 mm
Tipo: Half Corona
Fabricante: Habanos
PVP indicativo: 4,5 euros
Aroma: 8
Potência: 7
Persistência: 7
Classificação: ****
(Sel. L'Amateur de Cigare Jul/Ago 2016)
quarta-feira, 15 de junho de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
Clara, claro.
A clara do ovo contém albumina, em cerca de dois terços do peso total do ovo. Tem também 92% de água, o resto é proteínas, minerais, vitaminas, gordura e glucosa. A proteína mais importante é a ovalbumina, que é a "despensa" de recurso do embrião que se forma no interior do ovo no processo de gestação. Quando batidas, as claras mantêm a água no recipiente, mas há uma fuga das regiões hidrofóbicas para longe das moléculas de água e é por isso que em contacto com o ar formam a espuma que se conhece. É uma transformação notável, porque mantém o peso total mas consegue uma estrutura leve e muito estável, as claras batidas em castelo, base fundamental de pastelaria e muitas outras preparações culinárias.
domingo, 24 de abril de 2016
(pequeno) grito.
Tacho: Diâmetro maior que a altura.
Panela: Altura maior que o diâmetro.
Continuamos a fustigar os leitores com longas e imperfeitas descrições de caminhos até ao restaurante. E mal sustentadas apreciações da decoração dos restaurantes e das suas vistas. Não espanta que o jornalista se substitua ao cozinheiro escrevendo sobre o que deve ser mudado neste e naquele pratos. A crítica não é para quem se recusa a comer em caves ou aeroportos. Mas isto é a gente a falar.
Panela: Altura maior que o diâmetro.
Continuamos a fustigar os leitores com longas e imperfeitas descrições de caminhos até ao restaurante. E mal sustentadas apreciações da decoração dos restaurantes e das suas vistas. Não espanta que o jornalista se substitua ao cozinheiro escrevendo sobre o que deve ser mudado neste e naquele pratos. A crítica não é para quem se recusa a comer em caves ou aeroportos. Mas isto é a gente a falar.
Moagem de Carcavelos, demolida em 2001
"Para bolos bons e belos, farinha de Carcavelos"!
Nunca iremos saber o que seria se alguém tivesse dado ouvidos aos especialistas de arqueologia industrial, nos anos 50/60 fez-se história e inovação no lugar de que hoje resta uma decrépita amoreira.
Nunca iremos saber o que seria se alguém tivesse dado ouvidos aos especialistas de arqueologia industrial, nos anos 50/60 fez-se história e inovação no lugar de que hoje resta uma decrépita amoreira.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Vai uma mariscada diferente?
Comprando bem e cozinhando seguindo alguns princípios básicos, a nossa casa pode tornar-se a melhor marisqueira do bairro. E, como no nosso cantinho somos nós que fazemos as regras, até podemos ir mais longe na sequência e sabores.
Em princípio, a cozinha dita tradicional portuguesa não coloca limitações à criatividade culinária. Bem ao contrário é dentre todas as cozinhas do mundo provavelmente a que mais se oferece ao talento dos cozinheiros, para que a desenvolvam dentro dos parâmetros admissíveis, que são os do sabor português. O tomate e a batata, o primeiro antes da segunda, foram graciosamente absorvidos pela nossa cozinha, e hoje são dois dos seus pilares. Em vez de ameaçar ou destruir, serviram para elevar até mais alto o edifício da tradição culinária de Portugal. O marisco, contudo, continua a manter-se numa espécie de letargia, apesar de ser a família alimentar mais rica em texturas, sabores e aromas. Talvez obcecados pela apresentação “ao natural”, que quer dizer cozidos em água e sal na maioria dos mariscos, totalmente crus no caso das ostras, compramos às vezes produto fantástico e depois em casa não sabemos o que havemos de fazer com ele. Nas boas e movimentadas marisqueiras – por exemplo Nunes e Relento, em Lisboa; Esplanada e Gaveto, no Porto - conseguimos ter acesso a marisco de muito boa qualidade, a preços que não conseguimos, nós próprios, no comércio que frequentamos. Logo que nos afastamos da excelência, ficamos a perder, por as coisas não serem feitas exactamente como queríamos; porque o molho tártaro não tem as alcaparras que gostávamos; a maionese é industrial; os percebes não têm sabor; as canilhas estão encruadas; os lagostins parecem de água doce; etc. E no fim, sai uma conta calada, de que no espaço de quinze dias nos esquecemos e repetimos a graça. Esta precipitação para o produto pronto tem base na constatação menos feliz que é a de que nas cidades as pessoas deixaram de cozinhar marisco nas suas casas. Sondámos alguns consumidores e percebemos que a falta maior é a de uma tabela de cozeduras. A título exemplificativo deixamos-lhe uma tabela, juntamente com algumas sugestões diferentes de serviço que vão fazer da sua casa a mais especial das mesas para petiscar marisco. Uma última chamada de atenção, para os preços que vai encontrar no mercado. Antes de comprar, confira a origem. O marisco nacional é sempre mais caro, porque as nossas águas são frias. Vindo de Cuba, ou de águas tropicais africanas, é bastante mais barato porque nas correntes quentes o marisco desenvolve-se 3 a 7 vezes mais depressa. Uma lagosta de 1,5 kg apanhada em águas portuguesas deve ter entre 25 e 30 anos, enquanto uma lagosta de 2 kg vinda de cuba tem menos de 7! É maior, é certo, e mais barata, mas o sabor…
As cozeduras e o serviço
Deve levar-se a ferver primeiro água com cerca de 60 g/l de sal e depois imergir o marisco que se quer cozer. Os tempos indicados correspondem ao tempo após levantar fervura de novo.
Não utilize panela de pressão para cozer o marisco; é um reduto utilizado pelas marisqueiras face ao volume de clientes e tempos de atendimento que têm de ser respeitados. Diminui muito a qualidade.
O marisco deve estar totalmente coberto de água, cerca de um dedo acima.
Os bivalves devem ser apenas levados ao calor até abrir. Tanto pode ser numa frigideira - ou wok - em seco como numa grelha nas brasas, caso em que ficam com um agradável aroma fumado.
(Nota: preços mínimos por kg)
Percebes (10 Eur)
45 seg
Experimente servir com as unhas abertas em dois; é a parte mais saborosa! Ou bolinhas de massa de pastel de bacalhau com miolo de um percebe dentro de cada uma.
Camarão/Gamba (8 Eur)
Entre 20 seg (pequeno) e 4 min (grande, tipo tigre)
Sirva sobre uma carapinhada de lima e melancia, bem gelada.
Lagosta (20 Eur)
Entre 13 min (pequena, 800g-1kg) e 33 min (grande, 2 kg)
Sirva com azeite morno com um pouco de rosmaninho.
Bruxinha (30 Eur)
Cerca de 8 min
Faça uma saladinha de toranja e mel de acácia.
Lagostim (40 Eur)
Entre 15 min (médio, 120g) e 20 min (grande, 140g)
Sirva com molho tártaro.
Lavagante (25 Eur)
Entre 15 min (pequeno, 1 kg) e 35 min (grande, 2,5 kg)
Maionese com piri-piri.
Navalheira (8 Eur)
7 min
Faça uma brunesa tricolor de pimentos e regue com um vinagrete de hortelã da ribeira.
Sapateira (7 Eur) e Santola (12 Eur)
20 min, para a bitola pequena (1kg) existente no mercado
Procure a forma tradicional “santola no carro”, a partir da receita vão surgir-lhe muitas ideias. Na falta delas, torradinhas com manteiga vão muito bem.
Búzio (6 Eur)
18 min
Canilha (7 Eur)
35 min
Buzina (10 Eur)
70 min
Burrié (7 Eur)
4 min
Experimente fazer um creme de amêndoas com um pouco de aipo para acompanhar estes quatro mariscos, montados em tostas. Em alternativa às amêndoas, use feijão branco e faça um creme gelado.
Bivalves
Tal como se disse acima, abrir no calor e não deixar cozer mais.
A grande forma de confecção da cascaria é à Bulhão Pato, qualquer desvio desta técnica é fazer por menos. O mexilhão aberto nas brasas - assente nelas directamente - é glorioso. A ostra quer-se crua, sem nada.
(Notícias Magazine #1109)
Em princípio, a cozinha dita tradicional portuguesa não coloca limitações à criatividade culinária. Bem ao contrário é dentre todas as cozinhas do mundo provavelmente a que mais se oferece ao talento dos cozinheiros, para que a desenvolvam dentro dos parâmetros admissíveis, que são os do sabor português. O tomate e a batata, o primeiro antes da segunda, foram graciosamente absorvidos pela nossa cozinha, e hoje são dois dos seus pilares. Em vez de ameaçar ou destruir, serviram para elevar até mais alto o edifício da tradição culinária de Portugal. O marisco, contudo, continua a manter-se numa espécie de letargia, apesar de ser a família alimentar mais rica em texturas, sabores e aromas. Talvez obcecados pela apresentação “ao natural”, que quer dizer cozidos em água e sal na maioria dos mariscos, totalmente crus no caso das ostras, compramos às vezes produto fantástico e depois em casa não sabemos o que havemos de fazer com ele. Nas boas e movimentadas marisqueiras – por exemplo Nunes e Relento, em Lisboa; Esplanada e Gaveto, no Porto - conseguimos ter acesso a marisco de muito boa qualidade, a preços que não conseguimos, nós próprios, no comércio que frequentamos. Logo que nos afastamos da excelência, ficamos a perder, por as coisas não serem feitas exactamente como queríamos; porque o molho tártaro não tem as alcaparras que gostávamos; a maionese é industrial; os percebes não têm sabor; as canilhas estão encruadas; os lagostins parecem de água doce; etc. E no fim, sai uma conta calada, de que no espaço de quinze dias nos esquecemos e repetimos a graça. Esta precipitação para o produto pronto tem base na constatação menos feliz que é a de que nas cidades as pessoas deixaram de cozinhar marisco nas suas casas. Sondámos alguns consumidores e percebemos que a falta maior é a de uma tabela de cozeduras. A título exemplificativo deixamos-lhe uma tabela, juntamente com algumas sugestões diferentes de serviço que vão fazer da sua casa a mais especial das mesas para petiscar marisco. Uma última chamada de atenção, para os preços que vai encontrar no mercado. Antes de comprar, confira a origem. O marisco nacional é sempre mais caro, porque as nossas águas são frias. Vindo de Cuba, ou de águas tropicais africanas, é bastante mais barato porque nas correntes quentes o marisco desenvolve-se 3 a 7 vezes mais depressa. Uma lagosta de 1,5 kg apanhada em águas portuguesas deve ter entre 25 e 30 anos, enquanto uma lagosta de 2 kg vinda de cuba tem menos de 7! É maior, é certo, e mais barata, mas o sabor…
As cozeduras e o serviço
Deve levar-se a ferver primeiro água com cerca de 60 g/l de sal e depois imergir o marisco que se quer cozer. Os tempos indicados correspondem ao tempo após levantar fervura de novo.
Não utilize panela de pressão para cozer o marisco; é um reduto utilizado pelas marisqueiras face ao volume de clientes e tempos de atendimento que têm de ser respeitados. Diminui muito a qualidade.
O marisco deve estar totalmente coberto de água, cerca de um dedo acima.
Os bivalves devem ser apenas levados ao calor até abrir. Tanto pode ser numa frigideira - ou wok - em seco como numa grelha nas brasas, caso em que ficam com um agradável aroma fumado.
(Nota: preços mínimos por kg)
Percebes (10 Eur)
45 seg
Experimente servir com as unhas abertas em dois; é a parte mais saborosa! Ou bolinhas de massa de pastel de bacalhau com miolo de um percebe dentro de cada uma.
Camarão/Gamba (8 Eur)
Entre 20 seg (pequeno) e 4 min (grande, tipo tigre)
Sirva sobre uma carapinhada de lima e melancia, bem gelada.
Lagosta (20 Eur)
Entre 13 min (pequena, 800g-1kg) e 33 min (grande, 2 kg)
Sirva com azeite morno com um pouco de rosmaninho.
Bruxinha (30 Eur)
Cerca de 8 min
Faça uma saladinha de toranja e mel de acácia.
Lagostim (40 Eur)
Entre 15 min (médio, 120g) e 20 min (grande, 140g)
Sirva com molho tártaro.
Lavagante (25 Eur)
Entre 15 min (pequeno, 1 kg) e 35 min (grande, 2,5 kg)
Maionese com piri-piri.
Navalheira (8 Eur)
7 min
Faça uma brunesa tricolor de pimentos e regue com um vinagrete de hortelã da ribeira.
Sapateira (7 Eur) e Santola (12 Eur)
20 min, para a bitola pequena (1kg) existente no mercado
Procure a forma tradicional “santola no carro”, a partir da receita vão surgir-lhe muitas ideias. Na falta delas, torradinhas com manteiga vão muito bem.
Búzio (6 Eur)
18 min
Canilha (7 Eur)
35 min
Buzina (10 Eur)
70 min
Burrié (7 Eur)
4 min
Experimente fazer um creme de amêndoas com um pouco de aipo para acompanhar estes quatro mariscos, montados em tostas. Em alternativa às amêndoas, use feijão branco e faça um creme gelado.
Bivalves
Tal como se disse acima, abrir no calor e não deixar cozer mais.
A grande forma de confecção da cascaria é à Bulhão Pato, qualquer desvio desta técnica é fazer por menos. O mexilhão aberto nas brasas - assente nelas directamente - é glorioso. A ostra quer-se crua, sem nada.
(Notícias Magazine #1109)
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